22 agosto 2012

Almofadinhas fáceis de massa filó

após cozedura
Nunca tinha usado massa filó. Ontem arrisquei comprar uma embalagem no Continente que com 50% do desconto ficava em 1€.

Fiz umas "almofadinhas de massa filó recheadas que deixaram o meu maridinho deliciado! ;)

Fiz 1 ou 2 de cada um dos seguintes para experimentarmos com:

 - Tomate, orégãos, sal e azeite (foi o que gostámos menos - o azeite era "caseiro" e talvez muita quantidade);



- Tomate, orégãos, sal e queijo flamengo (foi o preferido do meu marido. Disse que o fazia lembrar um sabor de infância de uma pizza de tomate de um restaurante italiano vizinho da sua casa em Caracas -Venezuela).

- Paio e queijo flamengo (um dos meus favoritos)


- Com carne moída (delicioso!)

- Com quadradinhos de chocolate de culinária.


COMO FAZER?

1. Forrar um tabuleiro de forno com papel vegetal untado (ou, se tiver, usar um tapete de silicone).

2. Desdobrar a massa e cortar rectângulos.

3. Colocar o recheio que pretende, dobrar e ir dispondo no tabuleiro (eu fechei de diversos modos para ver como ficavam).
É muito fácil de trabalhar, parece papel. Tinha medo que a massa descolasse mas não, fica impecável e não é necessário fazer nada.

4. Pincelar com manteiga derretida.

5. Levar ao forno, colocando o tabuleiro a uma altura media. Depende dos fornos, eu levei a 190 ºC por 20 min.

6. Tirar e comer ainda quentinhos. Muito bom mesmo. Frios também ficam bons. A massa fica mais durinha e estaladiça, mas sem dúvida são melhores quentes.


Agora quero experimentar com:
 bacon, azeitonas picadas e passas
 atum, queijo e orégãos (já viram que sou fã de orégãos), 
 atum, cebola e tomate 
com as minhas compotas caseiras.
Acho que vão ficar o máximo!

Bom apetite! ;)

20 agosto 2012

Férias... Luxo ou necessidade?

via

Há quem diga que férias é um luxo, há quem diga que é uma necessidade... Eu, particularmente acho que é uma necessidade que para pessoas de poucos recursos, como eu, podem ser usufruídas sem grandes luxos.

Há alguns anos que temos a oportunidade de tirar férias fora da nossa área. Se para mim fazer férias em Aveiro não é problema (adoro a nossa região e tem tudo) para o meu marido é impossível pois não "desliga a ficha" do trabalho e logo, mais vale ir trabalhar mesmo e não ter férias... Ou é ele que se apercebe que falta fazer algo, ou é um cliente que o vê passar e logo telefona para só desenrascar - "é rápido" - diz o cliente, mas a verdade é que depois lá vai um dia inteiro.

Irrita-me quando dizem: "Ah, pois, vocês vão de férias porque têm dinheiro..." Jajajajajaja! Antes fosse!
É uma questão de escolhas. Na verdade, para ir de férias, fazemos um ano inteiro o nosso "porquinho" das férias, que na verdade é um mealheiro em lata daqueles que só abrem com abre-latas (para não haver a tentação de ir lá tirar nada), onde vamos colocando extras que possamos ganhar (com os meus arranjos de costura, por exemplo), prendas de anos em dinheiro, aquele dinheiro que gastaríamos naquele Mc'Donalds onde queríamos ir mesmo, mas fizemos o sacrifício de ceder à tentação e ficar em casa, o dinheiro que gastaríamos naquela saída à noite com amigos que (com tristeza) recusamos a pensar nas férias, o dinheiro que era suposto gastar numa prenda de anos ou Natal que decidimos ser nós a fazer, aquele café que queria tomar mas não tomei e coloquei logo o dinheiro de lado, etc.



Há mil e um sacrifícios que fazemos durante todo o ano, em que apenas trabalhamos que nem escravos, para depois poder usufruir a dois uns dias de total relax.

Em Julho-Agosto abrimos o mealheiro, e as férias são vistas e revistas de modo a encontrar um sítio novo pelo menor preço possível e SEMPRE (excepto na lua-de-mel, claro!), dentro do plafond que conseguimos amealhar durante o ano.

Este ano, para conseguirmos cumprir o plafond, optámos por um alojamento em aparthotel em que, claro está, terei de cozinhar e lavar a louça, como sempre. Os tostões são sempre contados para não ultrapassar.

O meu marido não tem subsídio de férias, pelo que não contamos com isso, e o meu tento sempre não gastar e colocar de lado para uma eventual emergência, pelo que preferimos fazer pequenos sacrifícios a longo prazo.

Tente imaginar o que pode cortar na sua vida e vá colocando numa lata. Vai ficar impressionado quando vir o resultado ao final do ano. Viveu sem esse dinheiro, não o gastou em coisas não necessárias e pode aproveitar no que mais gostar.

Onde cortar? Tabaco, cafés, saídas, refeições fora de casa, pequenos-almoços fora de casa, prendas (faça-as), compras desnecessárias, roupas só para amontoar, coisas de marca, cuidados de beleza (faça a si mesmo em casa), pacotes de televisão e net, chamadas telefónicas, etc...

Então, vamos lá poupar, para aquilo que de facto queremos! ;)

Sugiro ainda que visitem o blog "Viagens para Forretas". Divino!

N.B. - Lembram-se do que referi aqui relativamente à compra de viagens na net? Arriquei! Depois conto o resultado... Espero que corra bem....




09 agosto 2012

Viagens low-cost...será possível?

imagem da net
Ando com uma dor de cabeça a organizar as férias que nem queiram saber! E todos os anos é a mesma coisa! Antes de ir de férias procuro todas as opções e mais algumas para viajar para um destino interessante pelo menor plafond possível e a verdade é que tenho conseguido viajar a preços bastante bons.

Sempre negociei com as agências. Contudo, este ano já encontrei excelentes promoções na internet, mas verdade verdadinha, até tenho medo pois o preço é tão mais baixo que nas agências de viagem normais que custa-me a acreditar que por menos dinheiro de irmos uma semana ao Algarve num aparthotel normal, com o que encontrei consigamos apanhar um avião (low-cost, claro) para uma ilha espanhola, ter um transfer à nossa espera, ficar num hotel 4* com pequeno-almoço e jantar (claro que o quarto dever ser dos piores do hotel!) à beira da praia da foto ...

Os preços são bons, mas as dúvidas são maiores... Vamos lá ver até onde vai a minha vontade de arriscar! Mas acho que a crise vai-me obrigar a dar um passo nesse sentido... O dinheiro não sobra e as férias são-nos precisas para a nossa saúde mental depois de um ano a trabalhar em média 12 horas por dia, incluindo sábados e alguns domingos...



06 agosto 2012

Poupança e organização:aproveitar massas

Não gosto muito de misturar massas diferentes num prato (salvo a excepção a seguir).

Guardo a massa em potes ou frascos para visualizar melhor o conteúdo e ter tudo mais organizado.
Tenho sempre um pote com massas diversas onde vou colocando os restinhos que sobram de massas cortadas. (Quando é esparguete desfaço em pedacinhos e coloco numa sopa)


Quando tem uma quantidade suficiente faço uma salada fria de massa e atum que fica divinal...

Leva:
Massas cozidas al dente
Atum em lata escorrido
Ervilhas, milho, courgette, cubos de cenoura cozidos
Maçã crua aos cubinhos
Orégãos e sal
Maionese


Comer bem fria. Gosto de acompanhar com tostas.

Económico, rápido e ideal para o verão.




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